
Foto e poesia por: Alan Blair
A cidade acorda tarde
Não desperta após a sesta
A navalha que barbeia o rosto
Corta, rasga e dilacera.
A roda roda e rodopia
O pulso pulsa e o peito bate.
O morto fede e desfalece
O vivo ama e amarguresse
Corra e pule o tempo todo.
Sonha o sonho de sonhar.
Cante e re-cante uma canção
Remende e fure um coração.
Tarde, antes, ou depois, esse círculo vicioso desaparecerá.
Enquanto isso, não se entristeça.
Misture um riso com um sorriso e veja até quando irá durar.
que dure o tempo eterno de um segundo.
ahh como eu amo você, coração…
(:
sabe o que me lembra? gosto do gostinho gostoso de ficar com vc..
ai alan..sua praga deu certo.. hahaha te amo pengoo!
Alan,”Roda Gigante” é minha cara…tão intimista e trazendo mil e uma imagens e mil e uma reflexões em palavras simples e bem colocadas.
plaf!plaf!plaf!