
Foto: Bergamota e Diego. Texto: Alan Blair
Ele passou aproximadamente cento e vinte e dois dias à sonhar com planos, saudades, alegria e um pouco de choro, para tudo, de repente, desmaterializar, feito dente-de-leão, que bate o vento e leva longe (quem pega no ar, faz um pedido e sopra de volta).
Estranhamente, foram aproximadamente mais cento e vinte e dois dias mastigando, mastigando, mastigando as palavras engasgadas.
Foi então que dia sete faz trinta e um dias que tudo isso ficou largado no meio do caminho…
No fim, eu aprendi que não há fim, mas sei também, que acima de tudo, eu cresci.
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