– Bergamotas branquinhas.

Ele passou aproximadamente cento e vinte e dois dias à sonhar com planos, saudades, alegria e um pouco de choro, para tudo, de repente, desmaterializar, feito dente-de-leão, que bate o vento e leva longe (quem pega no ar, faz um pedido e sopra de volta).

Estranhamente, foram aproximadamente mais cento e vinte e dois dias mastigando, mastigando, mastigando as palavras engasgadas.

Foi então que dia sete faz trinta e um dias que tudo isso ficou largado no meio do caminho…

No fim, eu aprendi que não há fim, mas sei também, que acima de tudo, eu cresci.

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7 comentários sobre “– Bergamotas branquinhas.

  1. “É difícil crescer”, doloroso acima de tudo. Mas seus poemas cada dia mais belos. Sensibilidade pura. É como tocar a carne sem a proteção da pele. Um calafrio de dor, um arrepio de vida…

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