A criança se foi.

Alan Blair ~
Foto: Tiago e Texto: Alan Blair

“From the roots of my soul come a gentle coercion
And I ran my hand oer a strange inversion
A vacancy that just did not belong
The child is gone…”

(ouro preto, noite de 29/11/2008 )

Tô escrevendo quando algumas coisas já estão perto do seu fim.
Há uma necessidade enorme de que logo tudo termine, preciso de três meses de dona márcia, seu chikinho, lis, vanessa, demm´s, entre outras coisas supostamente excepcionais e essenciais.
Vou sentir falta desse quarto, e tá um barulho de chuva lá fora que torna tudo bastante confortável, (daqui dá pra escutar as gotas batendo no teto, é engraçado).
Até faria um bom “chá contra gripe”, mas não estou gripado e a preguiça está presente nessas quatro paredes, vou ficar aqui, parado, feito meus quadros abstratos.

Algumas coisas vão chegando ao seu fim na hora que realmente precisam acabar, enquanto outras coisas vão sendo, aos poucos, tecidas, para que num futuro nem muito perto, mas também não muito longe, possam acontecer e aí, novamente, acabarem, como tudo, graças a deus amém.

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