A Loja do Poeta Vitalício: livros e dedicatórias

A Loja do Poeta Vitalício: livros e dedicatórias

Lição de Marinheiro: Navegar é preciso!

A MORTE DO POETA VITALÍCIO – EDIÇÃO EXCLUSIVA 

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A edição exclusiva do livro A Morte do Poeta Vitalício vem com uma dedicatória do autor, acompanha um pôster em tamanho A3, autografado, além de um marca páginas e materiais de divulgação exclusivos. (O livro é dedicado ao nome informado na compra).

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A MORTE DO POETA VITALÍCIO – EDIÇÃO DEDICADA

(Livro com dedicatória + material de divulgação)

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O livro A Morte do Poeta Vitalício” possui uma trilha sonora instrumental original, proporcionando uma experiência de sonora junto à experiência de leitura. Acesse a trilha nas plataformas de musicas digitais, ou clique no link abaixo:

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A Morte do Poeta Vitalício: Narrativas de um Padecimento Poético
Ficha Técnica:

Editora Bergamota, 15 de agosto de 2019.
ISBN: 978-1983092213 – 162 páginas.
Copyright © 2019 Alan V. Barroso.
Todos os direitos reservados.
Projeto Gráfico, capa e ilustrações: A. V. Barroso.
Texto da orelha: P. R. Cunha.
Revisão: A. Blair.

Sinopse:

EMERGENTE – ATESTADO DE ÓRBITA: Comunicamos, a quem não interessar prosa, “A Morte do Poeta Vitalício”: o fardo de um bardo; navegante em rio de passagem, avante ao padecimento lírio, em sua vital existência poética. Neste atestado de órbita, o autor narra dor e cor; purifica-se no delíquio da poesia. “Amor ou a Morte? Amar ou à Marte?” (VITALÍCIO, Poeta).

Resenha:

Resenha literária, escrita por P. R. Cunha, autor de “Paraquedas – um ensaio filosófico” (Prémio Aldónio Gomes):

OS FANTASMAS SEMPRE VOLTAM

por

p. r. cunha (julho de 2019)

à primeira vista pode não parecer
mas é isto uma resenha de
a morte do poeta vitalício – narrativas
de um padecimento poético livro de
alan villela barroso que talvez
muito provavelmente seja
a melhor coisa que aconteceu à
poesia brasileira desde os irmãos
de campos (HAROLDO & AUGUSTO)

artista
pesquisador
professor
músico
ilustrador
gosta de pedalar a própria
bicicleta algures
mora em leopoldina-mg
interior
mas perto o bastante
do oceano para sentir
ah, mar
e cia.

alan villela barroso é poeta
e não só

a tranquilidade da morada
poética ou algumas breves reflexões
(à guisa de introdução)
henry david thoreau SÉC. XIX
perturbadíssimo com o barulho da
locomotiva a invadir a simplicidade
eloquente do campo
o espécime literário em busca de
um qualquer esconderijo
longe das balbúrdias industriais
e tantas vezes a frustração
certa impossibilidade de se
encontrar sítio adequado às práticas da
como se costuma dizer
alma

mas feliz aquele
(este é w. wordsworth)
feliz
aquele que se encontra
que consegue dialogar com a própria
geografia e tem/cria tempo
para lutar contra os excessos
contra as explicações pormenorizadas
[toda a gente quer tudo explicadinho
interpretado mastigado]

é fácil imaginar alan debruçado
sobre poesias enquanto a chuva
tamborila despreocupadamente
ao telhado
de sua casa

o poeta que no silêncio estival
lê e escreve
e ensina e olha para o céu
sim amiúde
para o universo
que se expande em
múltiplos versos

escutemos a voz do poeta:

meu mudo
meu canto
meu pedaço de só
(pág. 29)

arranhou o dia
era Sol que me faltava
(pág. 39)

alan
que nos faz lembrar
e matar saudades de
galáxias e das experimentações
de haroldo de campos
isto não é um livro de viagem
alan que também faz dançar
música & poesia
que trilha
sonoramente
(recordemos j. cage
anton von webern
alban berg os gênios
ultrabreves)
a arte radical do silêncio
mesmo que consigamos
ainda
escutar sons

alan
que também alonga os intervalos
faz respiros com ilustrações
traços que não aborrecem
não procuram acrescentar o óbvio
mas antes dialogam & recriam
«pouco em quantidade
muito em qualidade»

a morte do poeta vitalício – narrativas
de um padecimento poético é um livro
sobre a importância de se olhar
às estrelas
ao campo
aos acordes
musicais
para dentro de si

uma biografia da prática
cotidiana das anotações
(do notar [fora] do notar-se
[dentro])
o contato com as naturezas
ondas que vão-e-vêm
os ciclos cósmicos
por vezes tão terrenos

é ir-se sem sair do lugar

a singularidade que se faz sentir
quando o leitor afasta-se
momentaneamente do
padecimento poético
agradável inquietação
questionamentos aos sussurros
como se alan cantasse aos ouvidos
«sugiro-te uma caminhada
aqui fora»

& não seria esta a importância
da poesia
principalmente em tempos
conturbados como estes:
lembrar-nos daqueles
& daquilo que amamos
orientar-nos na tempestade
nos mares
ou nas entranhas do próprio coração?

alan villela barroso
bússola vitalícia
disponível aos náufragos
basta abrir
— ler e ouvir.

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Plantar,

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Planar,

Correr.

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+ A MORTE DO POETA VITALÍCIO +

Ficha Técnica:

Editora Bergamota
ISBN: 978-1983092213
Copyright © 2019 Alan V. Barroso.
Todos os direitos reservados.
Projeto Gráfico, capa e ilustrações: A. V. Barroso.
Texto da orelha: P. R. Cunha.
Revisão: A. Blair.

Escute a trilha sonora: http://abre.ai/trilha-sonora
Facebook: fb.me/poetavitalicio
#poesia #poetry #poetavitalicio #literatura

EMERGENTE – ATESTADO DE ÓRBITA

EMERGENTE – ATESTADO DE ÓRBITA
Comunicamos, a quem não interessar prosa, “A Morte do Poeta Vitalício”: o fardo de um bardo; navegante em rio de passagem, avante ao padecimento lírio, em sua vital existência poética. Neste atestado de órbita, o autor narra dor e cor; purifica-se no delíquio da poesia. “Amor ou a Morte? Amar ou à Marte?” (VITALÍCIO, Poeta).
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15/08/2019 / LANÇAMENTO DIGITAL: “A Morte do Poeta Vitalício: Narrativas de um Padecimento Poético”, nas Lojas Kindle, da Amazon. A narrativa poética desdobra-se em experiência sonora na trilha original do livro, disponível em todas as plataformas digitais de música.

Leia a resenha literária, escrita por P. R. Cunha, autor de “Paraquedas – um ensaio filosófico” (Prémio Aldónio Gomes):

OS FANTASMAS SEMPRE VOLTAM

por

p. r. cunha (julho de 2019)

à primeira vista pode não parecer
mas é isto uma resenha de
a morte do poeta vitalício – narrativas
de um padecimento poético livro de
alan villela barroso que talvez
muito provavelmente seja
a melhor coisa que aconteceu à
poesia brasileira desde os irmãos
de campos (HAROLDO & AUGUSTO)

artista
pesquisador
professor
músico
ilustrador
gosta de pedalar a própria
bicicleta algures
mora em leopoldina-mg
interior
mas perto o bastante
do oceano para sentir
ah, mar
e cia.

alan villela barroso é poeta
e não só

a tranquilidade da morada
poética ou algumas breves reflexões
(à guisa de introdução)
henry david thoreau SÉC. XIX
perturbadíssimo com o barulho da
locomotiva a invadir a simplicidade
eloquente do campo
o espécime literário em busca de
um qualquer esconderijo
longe das balbúrdias industriais
e tantas vezes a frustração
certa impossibilidade de se
encontrar sítio adequado às práticas da
como se costuma dizer
alma

mas feliz aquele
(este é w. wordsworth)
feliz
aquele que se encontra
que consegue dialogar com a própria
geografia e tem/cria tempo
para lutar contra os excessos
contra as explicações pormenorizadas
[toda a gente quer tudo explicadinho
interpretado mastigado]

é fácil imaginar alan debruçado
sobre poesias enquanto a chuva
tamborila despreocupadamente
ao telhado
de sua casa

o poeta que no silêncio estival
lê e escreve
e ensina e olha para o céu
sim amiúde
para o universo
que se expande em
múltiplos versos

escutemos a voz do poeta:

meu mudo
meu canto
meu pedaço de só
(pág. 29)

arranhou o dia
era Sol que me faltava
(pág. 39)

alan
que nos faz lembrar
e matar saudades de
galáxias e das experimentações
de haroldo de campos
isto não é um livro de viagem
alan que também faz dançar
música & poesia
que trilha
sonoramente
(recordemos j. cage
anton von webern
alban berg os gênios
ultrabreves)
a arte radical do silêncio
mesmo que consigamos
ainda
escutar sons

alan
que também alonga os intervalos
faz respiros com ilustrações
traços que não aborrecem
não procuram acrescentar o óbvio
mas antes dialogam & recriam
«pouco em quantidade
muito em qualidade»

a morte do poeta vitalício – narrativas
de um padecimento poético é um livro
sobre a importância de se olhar
às estrelas
ao campo
aos acordes
musicais
para dentro de si

uma biografia da prática
cotidiana das anotações
(do notar [fora] do notar-se
[dentro])
o contato com as naturezas
ondas que vão-e-vêm
os ciclos cósmicos
por vezes tão terrenos

é ir-se sem sair do lugar

a singularidade que se faz sentir
quando o leitor afasta-se
momentaneamente do
padecimento poético
agradável inquietação
questionamentos aos sussurros
como se alan cantasse aos ouvidos
«sugiro-te uma caminhada
aqui fora»

& não seria esta a importância
da poesia
principalmente em tempos
conturbados como estes:
lembrar-nos daqueles
& daquilo que amamos
orientar-nos na tempestade
nos mares
ou nas entranhas do próprio coração?

alan villela barroso
bússola vitalícia
disponível aos náufragos
basta abrir
— ler e ouvir

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A Morte do Poeta Vitalício, Alan V. Barroso (2019).

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Trilha Sonora do Livro “A Morte do Poeta Vitalício”.

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Escute a trilha sonora: http://abre.ai/trilha-sonora
Facebook: fb.me/poetavitalicio
#poesia #poetry #poetavitalicio #literatura

SIM, HÁ MAR; ENTÃO NAVEGO

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Recentemente, completei doze anos deste blog. Não havia me tocado, mas o WordPress fez questão de me lembrar. Continuo acreditando que, o mais importante no processo da escrita, é escrever. E, se possível, não jogar fora. As palavras levam seu tempo para produzir um sentido próprio. Tenha paciência, mas também ciência, é o que me digo. O processo de escrita pressupõe um processo contínuo de leitura (de imagens, de textos; leitura de mundo, como ensinado por Paulo Freire) pois, como navegar pelas marés de um oceano de palavras que buscamos atravessar, sem tripularmos nosso barco com livros e referências? Acredito na relação simbiótica entre o livro e o leitor, que extrapola os limites da leitura. O livro tem sua presença própria, portanto, mantenho-os sempre por perto de mim, mesmo que eu não esteja lendo, distribuo-os pelos cômodos e arredores de minha casa.

Nestes dois últimos anos, embarquei em uma viagem na escrita poética, após anos sem escrever poesia. Foi preciso, primeiro, estudar e conhecer a Lua, para compreender que a vida é feita de marés, altas e baixas. Acompanhei suas fases, observando-a de perto, em silenciosas madrugadas de vistas para o céu. Pois, foi me perdendo entre as constelações e aglomerados de estrelas, que me encontrei, refletido nas águas profundas do próprio amar.

Amanhã completará uma semana que comuniquei formalmente A Morte do Poeta Vitalício. Hoje, convoco a tripulação: amigos, desconhecidos, familiares, não-familiares, à embarcarem na proa do navio do Poeta, que em breve se desdobra. Adiantamos com alegria que, durante a viagem, haverá música pois, existe um trilho sonoro escondido no fundo do mar.

A partida está marcada para às 0 horas do dia 15 de agosto de 2019. Você pode reservar a sua passagem aqui.

amar

A  M O R T E  D O   P O E T A   V I T A L Í C I O

Narrativas de um Padecimento Poético

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Lançamento em 15 de agosto, nas Lojas Kindle, da Amazon, nos formatos E-book e livro impresso. Pré-venda do e-book disponível na Amazon. Clique na imagem.

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Escute a trilha original do livro A Morte do Poeta Vitalício, disponível nas plataformas digitais de música, a partir de 08 de agosto. Pré-venda disponível: Amazon Music, iTunes e Google Play. Clique na imagem.

Escute “Despertar-se”, décima primeira faixa da trilha sonora de A Morte do Poeta Vitalício. Clique na imagem abaixo:Sem títuloCurta a página do Poeta Vitalício no Facebook.

 

EMERGENTE: Amor ou a Morte? Amar ou à Marte?

Comunicamos, a quem não interessar prosa, A Morte do Poeta Vitalício: o fardo de um bardo; navegante em rio de passagem, avante ao padecimento lírio, em sua vital existência poética. Neste atestado de órbita, o autor narra dor e cor; purifica-se no delíquio da poesia.

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Lançamento do livro no dia 15/08, em formatos físico e digital. Pré-venda do e-book já disponível nas Lojas Kindle, da Amazon, compatível em todos os dispositivos.

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